Complicar e descontrolar
Brincar e colar
Amar e descolar
Descontrolar e complicar
Arrumar e desorganizar
Fui.
sábado, 10 de dezembro de 2011
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
A verdade e o amor
Palavras tão fortes e ao mesmo tempo talvez não, pois são obvias, mas obvias a um olhar que mergulha ao fundo, bem fundo.
Por senso comum, normalmente encontra-se o sentido da vida através do amor, mas e se não existir? E quando a linda ilusão boia feito merda? Logo perde o sentido da vida, tudo perde sentido, até o ato de viver perdeu o sentido, visto pela submissão que o senso comum taxa como “amor” pela dependência, pela demência de ser escravo.
É no amor que podemos descobrir o caminho para a verdade? É pela cega submissão que poderemos ter uma percepção? Complexadamente questionável.
Corremos contra a verdade, vemos sentidos em coisas que não tem sentido e quando descobrimos que nada tem sentido... Cabeças fracas procuram por suicídio loucamente, gostam da morte e ela é prazerosa, mesmo os hipócritas dizendo que não.
Aceitar o fato de que vai morrer é como abrir as portas da mente. O senso comum leva a tragédia como ponto negativo e é de extrema ignorância, o mundo em si é ignorante.
(Não foi à intenção de generalizar falando em múltiplos suicídios, nem todo caso é igual).
Gostam de declínio, mal sabem vocês...
O amor é um mito e nada por dependência doentia tem autenticidade. Adolescentes normalmente passam por essa mania de submissão desesperada, não entendem como é o jogo, não entendem, logo se tornam prisioneiros de paixões toscas, pseudo poetinhas citadores de José de Alencar, Caio F e Clarice Lispector (estragando as obras dos autores, a imagem etc.), escrevem suas magoas decadentes e assim quase chegando perto da verdade tudo vai perdendo o sentido (Que na realidade é encontrado, seus idiotas!)
Myrthis Belar 07/12/2011
“Desde o instante em que se nasce já se começa a morrer” Cassiano Ricardo
O SER SE ALIMENTA DIANTE DA AMEAÇA DO CAOS.
domingo, 13 de novembro de 2011
Só
Eu estou cansado
De toda essa futilidade
Eu estou cansado
Desses adolescentes sem nada na cabeça
Cansado só de sexo
Cansado de frieza
Cansado, cansado, cansado...
Cansado de idealizar uma mulher
Inteligente e não fútil
Atena ou Cleópatra
Cansado...
Só, somente só.
sábado, 10 de setembro de 2011
Carta
Niterói – RJ, 10 de setembro de 2011.
Não sei nem como começar a escrever, pois estou há tempos afastada de meus cadernos, das minhas escritas e posso dizer até mesmo de minhas ideias.
Estou em um marasmo e o que mais queria agora é me afastar, ir para um lugar longe e só ter a companhia de papeis, livros e os meus cigarros.
Há poucas semanas atrás me deixei-me levar por um sentimento já corrompido, prendi-me, me fiz escrava e aqui estou prisioneira de um amor sem sentido.
Amor não é isso, amor não existe e começo a pensar que nada tem sentido, damos sentido as coisas. Por isso precisava voltar a escrever, sinto-me mais aliviada e também sinto prazer de ver o céu nublado, prazer em sentir tristeza e prazer até mesmo em pensar na morte, pois tenho certeza de que o caminho para as portas não deve ser ruim, pois aquilo que todo mundo tem aversão, sempre terá o seu lado bom!
Muitas vezes quebramos a cara por não buscar o interior das coisas, a imagem é morta e mesmo tendo o seu lado bom pela beleza, o seu interior pode ser distorcido, enfim...
Sou prisioneira de uma paixão, logo não posso dar afeto autentico e dói lembrar dos momentos, dos gestos e carinhos que agora ficaram só na lembrança. Não vamos insistir cegamente em uma coisa que não deu certo por duas vezes, não vamos.
Por Nietzsche: A vontade que tem potência para mudar as coisas!
Beijos, Myrthis
sábado, 12 de fevereiro de 2011
Voltando...
Voltando de vez para a minha vida literária e começando a ler Joaquim Manuel de Macedo, quero me aprofundar um pouco mais nos romances desse autor, mas nunca irei deixar o pré-modernismo, modernismo e a geração beat de lado, ás vezes muita regra de gramática é um verdadeiro saco!
O romantismo ás vezes pode ser monótono, mas estou começando a gostar bastante.
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Eu já tenho!
O meu mundo vazio
E lá no fundo
A sua imagem
Costurada, sem querer sair
Por ti tenho dias tristes
Por ti tenho dias felizes
Com a sua imagem
E eu não entendo porque sofro
Se já tenho sua lembrança
Por quê desejo tanto sua carne?
Sua pele e seu cheiro?
Essas coisas não deveriam existir!
Sua imagem em mim
Poderia ser o suficiente
A lembrança dos seus olhos
A lembrança do seu sorriso.
Myrthis Belar. 11/02/11
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